GoPro Hero3+: ainda vale a pena comprar?

Veja uma lista de prós e contras sobre o equipamento que filma em 4k

Publicado em 26/09/2016

Lançada há três anos, a GoPro Hero3+ é composta por dois modelos - Silver e Black - que trazem como grande atrativo a capacidade de gravação em 4K. Apesar de estar há muito tempo no mercado, ainda está disponível para compra. Mas será que ainda vale a pena? O site Tech Tudo apontou os prós e contras do equipamento. Confira:

Qualidade de imagem

A qualidade da imagem é uma vantagem: a Black Edition tem 12 megapixels de resolução e filma em 4K, enquanto a Silver Edition captura imagens estáticas de 10 megapixels e grava em Full HD.

Recursos

Para quem preza por novidades, a Hero3+ pode ficar para trás. Nos últimos três anos o mercado implementou uma série de recursos que não estão presentes no dispositivo. A VIRB XE suporta cartão SD de até 128 GB, contra 64 GB da Hero3+ Silver e Black.

Câmeras como a VIRB XE e a TomTom Bandit 4K registram dados como velocidade e temperatura. A Sony FDR-X1000V, que também possui GPS, traz um sistema de redução de ruído que melhora os vídeos registrados em alta velocidade.

Praticamente todos os modelos trazem Bluetooth, ausente na Hero3+. A alternativa é usar o Wi-Fi, que permite comunicação com smartphones a partir do app oficial.

Obsolescência

Antes de adquirir uma câmera como essa, certifique-se quanto tempo o dispositivo ficará obsoleto. Os modelos Hero 3+ Black e Silver ainda recebem atualizações de software, mas não por muito tempo. A página de suporte da GoPro dá uma pista: a última atualização para as versões Hero3+ foi feita em setembro de 2015. 

Disponibilidade e preço

Não é uma tarefa fácil encontrar uma Hero 3+, no entanto, se a encontrar, irá desembolsar em torno de R$ 2.500. A versão chegou a custar cerca de R$ 1.500 no Brasil, após o sucesso da Hero4.

Conclusão 

A GoPro Hero3+ é uma ótima câmera, com qualidade de imagem. Para quem já tem o modelo, vale a pena continuar por mais tempo. No entanto, para quem gosta de novidades, não custa o investimento.

Foto: Divulgação